André Gaio Pereira é um dos mais reconhecidos violinistas portugueses da sua geração, tendo recebido o Prémio Maestro Silva Pereira – Jovem Músico do Ano 2017.

A sua versatilidade musical leva-o aos palcos nas mais variadas situações: apresenta-se regularmente a solo com as orquestras Gulbenkian, Metropolitana de Lisboa ou Filarmonia das Beiras; é membro convidado da London Symphony Orchestra e da English Chamber Orchestra; é membro fundador e 1.º violino do Quarteto Tejo, agrupamento vencedor do Prémio Jovens Músicos 2019; e ocupa a posição de solista dos segundos violinos da Royal Danish Opera.

Após ter terminado o curso na Royal Academy of Music em 2016 com a distinção de melhor aluno do curso, André tocou em digressão em países como a China, Tailândia, Alemanha, Itália, Reino Unido, Áustria, França, Suíça e Rússia. No decurso destas viagens, colaborou com músicos como Levon Chilingirian, Pavel Vernikov, Christoph Poppen, os quartetos Doric e Ysaÿe, e maestros como Valery Gergiev, Bernard Haitink, Semyon Bychkov ou Michael Tilson Thomas.

Além da atividade como músico clássico, André expande os seus horizontes artísticos em iniciativas de naturezas variadas.

É membro fundador do Guitolão Trio, um agrupamento em que a música tradicional se funde com o jazz e que em 2021 editou o álbum Estação #60, é o autor de Paredes Meias, um projeto de música de Carlos Paredes adaptada para violino solista, e ainda poeta, tendo publicado Existência em 2020.